sábado, 30 de agosto de 2014

Nunca me disseram que ser mãe é um eterno se vira nos 30!

"E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens"
Colossenses 3:23    


    Olá pessoas lindas! Todo mundo sabe que cuidar de um bebê não é uma tarefa fácil. São noites mal dormidas, cansaço, pitacos (na maioria das vezes não solicitados), fraldas e mais fraldas pra trocar, choro, cólicas, e uma infinidade de coisas capazes de pirar qualquer mãe. Tudo se torna ainda mais cansativo quando se é mãe de um bebê high need (já falei sobre isso aqui). Isso significa que mesmo não trabalhando fora, e ao contrário do que muitos pensam, não me sobra tempo pra muita coisa. Na verdade, na maioria das vezes falta tempo até pro básico. Mas nada é motivo pra fazer pela minha filha menos do que ela merece em qualquer área. Ela tem direito a uma alimentação saudável, a viver em um ambiente preparado para o seu desenvolvimento. Tem direito a ser amada e respeitada enquanto individuo, entre muitas outras coisas, que podem parecer complicadas de por em prática pra quem vê de fora, mas que se tornam simples com um pouquinho de informação e boa vontade.
    Como dito no último post eu não consigo, e não quero conseguir fazer tudo. Portanto estabeleço prioridades e a minha filha é uma delas. Então não perco a oportunidade de aprender e pesquisar, de buscar informações de qualidade, e tenho sido abençoada (muito abençoada!) com amigos (presenciais e virtuais) cheios de boas informações e experiências pra compartilhar. Sou muito grata a Deus por tudo que tenho aprendido com cada um deles, e me sinto na obrigação de retribuir, abençoando outros como tenho sido abençoada. Por esta razão, decidi começar uma série de posts com dicas simples que utilizo pra "me virar nos 30" aqui em casa. Coisinhas simples que graças a Deus tem funcionado! Rsrsrs E que de repente podem ser úteis pra mais alguém. Fiquem a vontade para acompanhar, e por em prática o que julgarem útil. Claro que adaptando a sua própria realidade. E por favor se tiverem mais dicas, não deixem de me enviar! Pra começar, quero deixar um vídeo com uma mensagem que considero um incentivo para todas as mães, fala sobre o porque do nosso esforço valer a pena. Me tocou profundamente, espero que gostem!



Beijos a todos!
Que Deus abençoe!

"Todas as vossas coisas sejam feitas com amor."
1 Coríntios 16:14
    

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Nunca me disseram que eu não consigo fazer tudo!


"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro."
Mateus 6:24a



*Imagem retirada do Google


   Recentemente assisti um filme que me fez rir bastante: Não sei como ela consegue. Conta a história de uma mãe como tantas outras em nossos dias; enlouquecida tentando atender a demanda da família e do trabalho. Me rendeu boas risadas,e também boas reflexões. Sou de uma geração que cresceu ouvindo que mulheres são e tem que ser multitarefas, que podem e devem fazer mil coisas ao mesmo tempo, e todas elas com perfeição. Porque mulheres são maravilhosas, capazes, e dão conta disso e muito mais! Seria bom se fosse verdade! Mas infelizmente não é! E mesmo sabendo o quanto isso é irreal e impossível, muitas de nós crescemos tentando atingir esse ideal de mulher maravilha. Então eu me pergunto: Para que? O que ganhamos com isso? 
    Houve um período em minha vida em que também entrei nesse jogo. Era casa, faculdade,trabalho, e três ministérios na igreja(e só quem atua ativamente em uma igreja, pode entender o montante de trabalho que isso representa.) vivia cansada, estressada, e obviamente acabava sempre deixando a desejar em alguma área. O que pra uma pessoa perfeccionista como eu, é uma tragédia, mas eu TINHA que dar conta de tudo! 
  Algum tempo depois engravidei, e com isso vieram as perguntas típicas: Tá com medo do parto? Preparada pra não dormir? E eu sempre respondia: - Não tenho medo de nada, só de não dar conta! Respondia sorrindo, brincando, mas lá no intimo esse medo me assombrava. E eu dizia pra mim mesma: Como assim? Que história é essa de não dar conta? Você é mulher lembra? Pode tudo! E assim minha filha chegou, o tempo passou, acabou o período de resguardo, a casa foi se esvaziando de visitas, e ajudas, e logo me vi sozinha com um bebê nos braços. O marido tinha que trabalhar e éramos só nós duas. E era apenas eu pra entender aquele choro, apenas eu pra faze-lo cessar, eu pra amamentar, e cuidar daquele serzinho tão pequeno e dependente de mim. Eu, eu, e eu... e todo o serviço da casa, que nem eu nem o marido conseguíamos colocar em dia. Foram poucos os amigos ou familiares que estiveram presentes nesse momento, afinal a vida segue, e uma hora cada um vai cuidar da sua. Então ficamos apenas eu e a certeza de que Deus não me abandona. 
   Durante algum tempo, aquela história de ter que dar conta ainda me perseguiu, mais uma vez me vi cansada, estressada, além do que deveria, por coisas que por mais que eu fizesse não poderia resolver. E ainda assim ouvindo comentários do tipo: Pra você é fácil! Você não trabalha! Só cuida dela! "Só"como se cuidar de um bebê fosse pouco! Moleza! Cara de alface é pouco nessas horas! Mas foi nesse momento que descobri algo verdadeiramente libertador: Eu não consigo fazer tudo! E melhor: Eu não quero conseguir fazer tudo! Não quero ser a mulher maravilha que pode fazer isso e muito mais. Não quero ser a super profissional bem sucedida que terceiriza os filhos. Não quero ser a dona da casa limpa, brilhosa e perfumada, onde ninguém se sente livre, e viver sempre no tédio de nunca ver nada fora do lugar. Não quero gastar meu tempo com o que não é importante, com o que passa, se desfaz, acaba, e deixar de lado aquilo que é eterno. Não, não é nada disso que desejo pra minha vida! 
   Minhas prioridades são sérias, e muito simples: Primeiro Deus, família em seguida, e todo o resto vai se encaixando. Com amor e um pouquinho de esforço, tudo se acerta, tudo se ajeita. Mas o tempo perdido, os minutos que desperdiçamos com o que é efêmero, esses não voltam! Por isso, o que quero, é investir meu tempo no que gera frutos. Quero novas experiencias com Deus, quero a voz do meu marido, o sorriso da minha filha, pisar na areia, na grama, banho de mar, de chuva ou o que for! Quero me cercar de família, de amigos, aqueles a quem amo e por quem sou amada! Quero falar do amor de Jesus a tempo e fora de tempo! Cumprir os propósitos Dele pra mim! Quero poder em Cristo construir algo eterno! E um dia chegar ao fim da minha vida certa de não ter desperdiçado esse presente! O dom precioso da vida que Ele me deu, ao morrer em meu lugar, levando a cruz que era minha, e ressuscitando ao terceiro dia! Quero nesse dia poder dizer como o apóstolo Paulo: Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé!


"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.
Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda."
2 Timóteo 4:7-8

domingo, 10 de agosto de 2014

Nunca me disseram que dia dos pais também é assunto de mãe.

 "Assim como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem."
Salmos 103:13


Nascimento de Maria Eduarda. Nascimento de um pai e de uma mãe.

       Dedico esse post a todos os pais, em especial ao pai que Deus deu a minha filha, meu amor, meu companheiro, meu apoio, meu Davi. Eu não poderia ter escolhido melhor!


     Então gente, é dia dos pais! Confesso que fiquei um bom tempo pensando no que escrever sobre essa data. Afinal sendo este um blog referente a maternidade, falar sobre mães me parece uma tarefa bem mais fácil. Mas não poderia deixar de faze-lo porque sem sombra de duvida é mais simples exercer uma maternidade ativa quando se tem alguém exercendo uma paternidade ativa bem ao lado. Pouca gente acredita, mas não me lembro de nenhum momento em minha vida que eu não tenha desejado ser mãe. Sonhei desde sempre em ter filhos! Queria tanto ser mãe que sempre quis fazer tudo direito, tudo certo, pra que eles tivessem o melhor. Isso para alguns, passava a impressão de que eu não desejava filhos, mas não era essa a questão. Acredito que filhos precisam de estrutura, e para tanto, precisam de pais maduros. Quando digo isso não falo de idade (obviamente no auge dos meus 25 anos eu não poderia rsrsrs) mas de consciência e disposição. Falo de entrega, de estar disposto a abrir mão por amor, de saber que é preciso perder pra ganhar, e querer crescer como pai e mãe junto com a criança. Também não me refiro a estrutura financeira, que apesar de ser algo importante é e sempre será o último item na minha lista de valores, mas a uma estrutura familiar, que proporcione apoio, segurança, e principalmente muito amor que é o que toda criança merece e tem direito de receber. 
    Nesses meus sonhos de criança, sempre imaginava como eu seria enquanto mãe, mas nunca parei pra pensar em como seria esse pai, ou como eu gostaria que ele fosse. Continuei a não refletir sobre esse assunto por toda minha infância, e boa parte da juventude. Até que um dia, em uma viagem, vi um dos meus tios cantando a música Meu Bebê (aquela do filme do Dumbo) para filha que na época devia ter uns três anos. Eles estavam no sofá da sala, e eu sentada na mesa um pouco atrás deles fazendo artesanato. Lembro de parar e ver como os olhinhos dela brilhavam olhando o pai cantar, era puro amor! Amor tão sincero e intenso que eu quase podia tocar! E naquele momento os meus olhos se encheram de lágrimas. Saí da sala imediatamente antes que alguém percebesse minha emotividade excessiva rsrsrs e em pensamento disse a Deus: É isso Senhor! Eu quero que minha filha tenha um pai que desperte nela esse olhar! E como sou grata a Deus por ter presenciado essa cena! E muito mais grata porque ele atendeu minha oração!
   Tantos anos se passaram, cresci, casei, enfim me tornei mãe, e com isso continuei e continuo crescendo, e recebi a benção de dia após dia sentir que posso tocar o amor, ao me deparar novamente com aquele olhar, só que dessa vez nos olhinhos da minha filha. Deus deu a ela um pai que ama, brinca cuida, e participa integralmente da vida dela. Um pai que não me "ajuda" a cuidar dela, como se trocar uma fralda de vez em quando fosse algo digno de aplausos. Mas alguém que assume seu papel de pai, sua responsabilidade e privilégio, a parte que lhe cabe na educação da criança que juntos trouxemos ao mundo. E mais que isso, Deus deu a ela um pai através do qual eu posso conhecê-lo! E sempre que surge novamente aquele olhar posso ouvi-lo me dizer: É assim que eu quero que você me olhe, porque é assim filha, que eu te amo! Incondicionalmente, sem reservas, sem barreiras! E você pode também me amar com esse olhar de inocência, com essa confiança, com essa certeza plena de que está segura em meus braços!
   Ouço esse chamado, e tem sido esse meu objetivo. Deixar o amor de Deus me inundar, até que transborde. Deixar a sua luz dissipar toda escuridão em mim, até que tudo a minha volta seja luz. E nesse dia poder olhar nos olhos do meu Senhor e dizer: Pai, como eu te amo!


"Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito."
Provérbios 4:18

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Nunca me disseram que amamentação deve ser comemorada- Semana Mundial do Aleitamento Materno 2014



      Olá pessoas lindas! Para quem ainda não sabe, acaba hoje a semana mundial de aleitamento materno, e é claro que o Nunca me disseram não poderia ficar de fora desta comemoração. Só quem amamenta sabe o quanto pode ser difícil, cansativo, e ao mesmo tempo tão prazeroso! Por isso cada dia é uma conquista, uma nova vitória, e uma nova barreira a ser vencida. Foi com muito amor e vontade que vencemos os seis meses de aleitamento materno exclusivo. Mesmo amor e vontade que nos permitiu prosseguir com a amamentação durante a introdução alimentar e o primeiro ano de vida, e persistir chegando a maravilhosos 19 meses de amamentação, rumos aos dois anos ou mais como recomenda a OMS. Conquistas que fazem uma mulher se sentir realmente poderosa! Rsrsrs E que merecem ser comemoradas. Mas como o tempo anda curto, e a vida não tá fácil pra ninguém! Rsrsrsrs Trago de volta um texto já postado, sobre o qual recebi lindas mensagens e obtive um excelente retorno. E que trata desse presente maravilhoso que é amamentar. Assim quem já leu e gostou pode ler de novo, e quem não leu tem a oportunidade de ver o assunto por um novo ângulo. Desejo a todos que vivam direta ou indiretamente, felizes histórias de amamentação. 
      Beijos e que Deus abençoe!

"Acaso pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama de modo que não se compadeça do filho de seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia não me esquecerei de ti."
Is 49:15




Angelina e Pedro, amor vencendo barreiras.


           Muito se fala sobre os benefícios do aleitamento materno a saúde física e emocional do bebê e da mãe, das dificuldades, do prazer de superá-las, entre inúmeras outras coisas, mas hoje peço licença para abordar esse tema por outro ângulo. Quem me conhece sabe o quanto amamentação é importante para mim e o quanto levo esse assunto a sério. Sabe também que antes de qualquer coisa sou cristã, e tenho na Bíblia meu manual de sobrevivência nessa terra. É através dela, que podemos obter a direção, e conhecer a vontade de Deus para nossas vidas. Por isso já há algum tempo venho me dedicando a entender qual a visão bíblica sobre a amamentação, e quero te convidar, independente da tua religião ou crença, a dividir comigo essas reflexões. Devo deixar claro, que não possuo um grande conhecimento teológico, filosófico ou histórico sobre o tema, apenas uma curiosidade insaciável e a experiência de maravilhosos 17 meses amamentando. Peço perdão desde já pelo texto longo, mas garanto que não se arrependerá por aguentar ler até o fim! Rsrsrs
            Existem diversas passagens bíblicas sobre amamentação, você pode encontrar algumas delas aqui, (vale conferir o restante do conteúdo desse site, tem informações preciosas.), mas quero dar uma atenção especial ao versículo já citado acima (não por acaso rsrsrs) Isaias 49:15 onde Deus pergunta ao profeta se uma mulher poderia esquecer o filho que mama, sem se compadecer dele. Essa palavra sempre falou comigo de forma especial, ao ler, me vinha à mente a imagem do amor, da mãe que amamenta um bebê, mas algumas vezes me pegava pensando Deus poderia ter feito qualquer outra comparação porque fez exatamente esta? Pude entender o sentido real dessa palavra ao amamentar minha filha. Só quem amamenta sabe o nível de entrega, e de disponibilidade que é preciso para tal. E quando digo isso não me refiro apenas à doação de tempo, e sim a algo bem mais profundo.  É preciso estar inteira ali para o bebê. É preciso entender que amamentar é muito mais que leite. É preciso deixar que o bebê sugue de você todo amor, carinho, e proteção que necessita e coragem, para permitir que ao fazer isso ele toque tuas emoções de uma maneira tão plena que por vezes pode até ser dolorida, e quando esse momento chega... Ah! Quando ele chega... Como esquecer?  Esse toque muda tudo! É impossível de ser esquecido ou ignorado! Estou certa de que por esta razão Deus usou esse exemplo para falar com o profeta. Creio também, que continua falando hoje não só através deste versículo como também do próprio ato de amamentar. E creio que é exatamente por isso, que esse ato é tão atacado. 
A Bíblia se refere a satanás, o inimigo das nossas almas como ladrão, que não veio senão para roubar, matar e destruir, e esse roubo nem sempre é de coisas materiais. Ele utiliza estratégias sujas para que cada vez mais estejamos distantes da vida plena e abundante que Deus tem pra nós. No Éden utilizou uma cilada de desobediência, e hoje utiliza ciladas de medo, insegurança, falta de apoio e falta de informação para roubar das mulheres esse presente maravilhoso que é a amamentação. Quando percebe que nada disso funcionou, desce mais baixo, e usa olhares de reprovação, comentários maldosos, pensamentos e frases do tipo "você não tem leite", "seu leite é fraco", "virou água", "já está grande pra mamar", "tá fazendo o peito de chupeta",entre muitas outras que servem apenas para minar a confiança, e que juntamente com o preconceito e a opressão,atingem covardemente as mulheres e assim o que era sonho, vira pesadelo e frustração. 
Diante destes fatos a igreja do Senhor não pode se calar! Fique claro, que não pretendo com isso eximir ninguém de sua responsabilidade pelo que diz ou faz, afinal satanás só usa quem se permite usar. Mas quero alertar aqueles que são chamados povo de Deus para o fato de que como seus discípulos, precisamos aprender a amar o que Ele ama. E assim, ser instrumento de benção e não de maldição na vida das pessoas que nos cercam. Em uma pesquisa rápida no Google vi que a amamentação nos tempos bíblicos era mantida em média por três anos. Para o povo judeu a amamentação é vista como um dever sagrado da mulher, que não deve ser interrompido nem mesmo durante o luto. Será mesmo que se a amamentação fosse algo tão sem importância, seria citada tantas vezes na Biblia? Poderia não ter importância aquilo que foi criado por Deus? A resposta é não! O leite materno é para o bebê o alimento perfeito, criado por um Deus perfeito, que ao enviar seu próprio filho a cruz para morrer em nosso lugar e ressurgir ao terceiro dia redimiu toda e qualquer culpa que um dia esteve sobre nós e, portanto, nos deu o direito à vida plena, e a poder desfrutar com alegria de privilégios como a amamentação e o parto (desse eu ainda falo qualquer dia). Resumindo: Deus se importa com a tua história de amamentação! Ele deseja que ela seja bem sucedida! E caso não tenha sido, deseja sarar as marcas que ficaram em teu coração.
Dito tuuuudo isso quero te pedir um favor pode ser? É você mesmo que está lendo esse post! Se você ainda não é mãe, mas pretende ser um dia, ou está gestante faça um favor a mim e a você, leia, pesquise, se informe sobre amamentação! Internet não é só lazer, também é uma excelente fonte de informações (vou deixar alguns links úteis no fim desse post pra facilitar tua vida tá bom?). Então por favor, não se deixe roubar! O mesmo vale pra você que já é mãe, mas está tendo dificuldades, ou que pensa em desmamar seu filho por pressão alheia, mas não o deseja realmente. Peça ajuda, procure um banco de leite, busque grupos de apoio ao aleitamento presenciais ou mesmo virtuais (como este aqui), e principalmente ore, leia a Bíblia! Em Cristo você encontrará forças para prosseguir e te garanto vai valer à pena! E se por alguma razão você já foi roubada nesse aspecto, se perdoe, deixe que Deus sare essa ferida, e encontre nisso a oportunidade de não deixar que te arranquem mais nada daqui pra frente. Agora você que é homem (pensou que eu ia esquecer você é?) seja marido, pai, irmão, pastor,padre,rabino ou qualquer outra função que você possa ocupar na vida de uma mulher, quero te dizer que ao contrario do que muitos dizem a amamentação também é de vocês! São seus filhos, netos, sobrinhos, são suas esposas, filhas, irmãs, (ovelhas também) que precisam de apoio, carinho e proteção! Não critique, não deixe criticarem, não olhe torto para a mulher que amamenta. Você não pode imaginar a admiração e o novo olhar que ela terá sobre você! Ah! Se os homens soubessem o poder que tem um homem que verdadeiramente apóia a amamentação! Pena que nem todos tentam descobrir! Não seja um deles, e pode me agradecer depois! Rsrsrs Cuide para que essa mulher e esse bebê cumpram o ciclo de forma leve e respeitosa. Seja um agente facilitador, seja benção! E lembre: Deus vai cobrar isso de você também! 

Que a graça de Jesus Cristo repouse sobre tua vida!

* Não poderia deixar de agradecer a querida Angelina Almeida por autorizar a exibição da foto, e ao amigo Gustavo Ayres por me ajudar a satisfazer um pouco da curiosidade enviando maravilhosas informações sobre o povo Judeu.


Links úteis sobre amamentação:

https://www.facebook.com/gvamamentacao?ref=profile

https://www.facebook.com/EuEscolhiAmamentar?ref=profile

https://www.facebook.com/projetomamada?ref=profile

http://vilamamifera.com/



"De fato, acalmei e tranquilizei a minha alma. Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como essa criança."
Salmos 131:2

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Nunca me disseram que desenvolvimento era tão emocionante- Atualizando as atividades!



   Pessoas lindas olá! Faz tempo que não posto atividades não é mesmo? Explico: Fiquei sem câmera, e meu celular não é lá essas coisas no quesito fotos, aliado a isso, precisei dar uma parada estratégica pra rever meu planejamento, e adequar melhor as atividades aos interesses de Eduarda, que como era de se esperar mudaram um pouco desde que completou 18 meses. Desenvolvimento é mesmo uma benção! Assim que der conto tudo sobre nosso planejamento, e retomo os posts de atividades semanais. Por hora, fico com um breve resumo do que temos feito  por aqui. Podem vir chegando que a casa é de vocês! Divirtam-se!


Resuminho daS SemanaS




    Jesus e Eu, livrinho muito fofo que trabalhamos em nosso período devocional e que eu já decorei de tanto ler! Rsrsrs É o preferido do momento, e como os outros já citados é uma leitura um pouco alta pra minha filha (mais adequado pra crianças entre 3 ou 4 anos) então eu dou uma adaptada a linguagem dela. Estava guardando esse para lermos mais pra frente mas em um momento de desespero (quem é mãe entende rsrsrs) acabei deixando ela ver pensando que rasgaria em cinco minutos e me surpreendi. Acabou virando parte da rotina.

    Faz tempo mesmo que não posto atividades não é!? Essa foi na copa do mundo. Já disse por aqui que odeio futebol? Pois é eu odeio! Já falei que acho copa do mundo(aqui ou em qualquer outro país) uma chatice? Pois é eu acho! Maaaas, amo minha filha, e ela gosta da bandeira do Brasil, então compramos uma pra ela, e acabou sendo a maneira que encontramos pra resolver o medo que ela tinha do barulho dos fogos. Então pra tornar a coisa produtiva já que não pretendo ensiná-la a torcer por time nenhum (e nem impedi-la de torcer, apenas esperar que ela decida isso por si mesma) aproveitamos os jogos para trabalhar a coordenação motora, e noções de alto e baixo.



     Ela entende bem dentro e fora no que diz respeito a objetos, mas tem alguma dificuldade tratando de si mesma. Então a mamãe bolou uma estratégia pra ajudar utilizando apenas o dado que ela gosta de brincar e um quadrado feito  no chão com fita crepe (querida Luzi, se estiver lendo isso preciso dizer que você tinha razão, fita crepe é o máximo!). Primeiro ela ia jogando o dado dentro ou fora do quadrado conforme eu ia falando, depois eu dizia: Agora Eduarda lá dentro, Eduarda fora, e ela entrava e saia fazendo a maior festa! Mas o que ela gostou mesmo foi de desmontar tudo arrancando as fitas do chão depois! Rsrsrs


 
   Bebê dodói (só uma gripe mas graças a Deus já está bem) realizando atividade que ela mesma propôs. Brincando de colocar o termômetro na caixinha e assim treinando a coordenação motora.


   Não consegui uma foto legal dessa atividade mas achei que valia a pena postar porque ela curtiu muito fazer. Transferência de grãos: Dois potes iguais, grãos de feijão e ela tinha que derramar de um potinho para o outro. Fez isso várias vezes, depois começou a enfiar a mãozinha nos potes, pegar alguns poucos grãos(como na foto) e ficava observando eles na palma da mão. Sorria tanto que dava gosto de ver! Depois como era de se esperar jogou feijão pra todo lado feliz da vida! O bom, foi que também ajudou a mamãe a catar tudo. rsrsrs.

   Então por hoje é isso aí. Teremos novidades em breve! Beijos a todos e que a graça de Jesus esteja sobre cada um!

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Nunca me disseram que bebês também demonstram sensibilidade.

       "Se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela."

Salmo 127:1b

     Pessoas lindas olá! Aqui estamos novamente trazendo pra vocês um pouco dos nossos últimos dias "sumidas" rsrsrs. Foram dias bem tensos, cheios de emoções e acontecimentos que abalaram um pouco as estruturas por aqui, me fizeram pensar e repensar um monte de coisas. E é sobre isso que quero falar hoje.

Alguns dias atrás, recebi uma "visita" da Wal, minha amiga/prima fiel escudeira de todas as horas (visita entre aspas porque ela já é de casa) estávamos como sempre conversando e brincando com minha filha quando lá pelas 17h30min resolvemos ir até a padaria. Eduarda logo se animou quando falamos que era hora de "passe” (passear) e correu pra buscar o "apapo” (sapato) pra sair. Só que pra variar um pouquinho, perdi um pé da meia dela! Rsrsrs o que nos fez perder alguns minutos na procura, e quando encontrei, Eduarda começou a pedir pra colocar uma música que ela gosta no computador o que nos impediu de sair mais uma vez. Mas por que dizer tudo isso? Porque detalhes podem fazer toda a diferença!
Nós finalmente iríamos sair quando ouvi muito barulho no apartamento de baixo, muito choro, uma adolescente gritando o tempo todo que queria a tia, e a voz da vizinha tentando acalmá-la dizendo que estava tudo bem, que pelo menos ninguém se feriu. Entendi que o motivo do choro foi um assalto, desci pra ver se podia ajudar em algo e assim que abri o portão já dei de cara com uma das vizinhas me pedindo que, por favor, não saísse de casa, expliquei que ouvi o choro, e queria saber se precisavam de alguma coisa e foi quando soube da história toda. A moradora de um dos apartamentos precisou sair e deixou os filhos; um menino de seis anos e uma menina de dois, aos cuidados de duas sobrinhas adolescentes. As meninas resolveram levar as crianças pra brincar na frente do prédio, e estavam conversando na calçada quando dois homens em uma moto colocaram uma arma na cabeça do menino, e levaram o celular de uma delas. Quando os homens foram embora elas entraram no prédio aos prantos em total desespero e foi quando as vizinhas saíram para socorrer, levando os quatro para o apartamento delas. Enquanto ela me contava, eu só pensava que por alguns minutos apenas, não fomos nós. Apenas por uma meia. Apenas por uma música. Não desejava de forma alguma que aquelas crianças tivessem que passar por esse horror,não desejo isso pra criança nenhuma. Mas seria hipocrisia negar que fiquei aliviada e grata por não ter sido a minha filha. 
A vizinha disse que já haviam ligado para a polícia e para a mãe das crianças, e como já tinha alguma abertura com os pequenos que às vezes brincam com minha filha, perguntei se ela queria que os dois ficassem em minha casa até a mãe chegar. Ela aceitou, e daí surgiram os fatos que realmente me marcaram nessa história. Ao chegar à porta já ouvi a adolescente dizer em soluços: Meu pai vai me bater, vai dizer que a culpa é minha! Olhei pro rosto dela, aparentava não ter mais que quinze anos. Fiquei pensando: Que tipo de pai permite a uma filha, acreditar que ele se importa mais com um celular do que com a VIDA dela? Mas isso não foi tudo, entro e me deparo com uma cena de cortar o coração, as duas crianças sentadas no sofá chorando SOZINHAS, um garotinho que há poucos minutos teve uma ARMA apontada pra cabeça, uma bebê de apenas dois aninhos, apavorada sem entender nada do que estava acontecendo e sem NENHUM ponto de apoio. Não precisei dizer nada, assim que ela me viu veio andando em minha direção, aos prantos e com os bracinhos estendidos pedindo colo. A peguei em meus braços e perguntei ao menino se ele queria vir comigo, ele atendeu prontamente, me seguiu também chorando. Ao entrar em minha sala ele sentou no sofá e me olhou dizendo: Ele ia me matar! E recomeçou a chorar. Eu o abracei, o acalmei e tranquilizei a menina em meu colo. Mas não pude deixar de notar e de me surpreender com o olhar da minha filha, normalmente ciumenta ao me ver com outra criança, mas que parecia entender que a amiguinha naquele momento precisava mais de mim do que ela. Não chorou, nem brigou como de costume, não fez cara feia, ficou quietinha no colo de Wal olhando a menina com uma ternura, que se me contassem eu não acreditaria. Então o menino disse: E se eles roubarem os celulares dos meus amigos da escola também? Ah! Crianças... Mesmo em meio às adversidades, são capazes de demonstrar amor ao próximo. Adultos têm tanto a aprender com eles! Respondi que o mesmo Deus que protegeu e cuidou dele, iria proteger e cuidar dos amigos dele também. Oramos juntos, todos se acalmaram, e eles foram brincar. 
         Fiquei olhando para eles, e me peguei pensando: Que tipo de gente louca, coloca filhos nesse mundo doido?! Me senti culpada por ser mãe. Pensei novamente que poderia ser minha filha na mira daquela arma e de uma só vez senti medo e gratidão. Olhei pra minha filha, e a vi pela primeira vez recebendo duas crianças dentro da casa dela, mexendo nos brinquedos dela, e diferente do que eu esperava, sorrindo feliz sem se incomodar. Levando os brinquedos que ela mais gosta pra alegrar a amiguinha que ameaçava retomar o choro. Fiquei pensando no quanto ela cresceu, me enchi de orgulho pela criança doce e sensível que tem se tornado. Mais uma vez gratidão; gratidão e dor. Ao lembrar que dois seres tão pequenos tenham se deparado tão cedo com a crueldade do mundo. Dor ao lembrar que existem crianças enfrentando situações tão piores! Mais uma vez culpa, seguida da certeza de que somente Deus é capaz de nos livrar de tanta maldade, e a partir daí segurança, em saber que Ele cuida de nós, e que a sombra de suas asas mal nenhum nos atingirá. Fiquei ali, olhando pra eles enquanto brincavam, e de repente parecia que nada tinha acontecido. Eram apenas crianças brincando! Sorrindo! E sem ao menos perceber, me ensinando que a vida segue!


"Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do temor do mal."
 Provérbios 1:33

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Nunca me disseram que eu seria mãe de uma bebê high need.

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei."
Mateus 11:28

        Considero a vida uma dádiva! Sei o quanto isso é clichê, mas é verdade. Acredito que é um presente a ser desfrutado com responsabilidade e sabedoria. E que em cada novo caminho, imprevisto, ou situação que se apresenta diante de nós, há uma lição a ser aprendida. Já diz a Bíblia que TODAS as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, e eu creio mesmo nisso! Creio que todas as coisas, sejam elas boas ou ruins acontecem com um propósito, e que a diferença não está no que nos acontece, mas no que faremos do que nos acontece, no que aprenderemos ou não. Afinal na vida surpresas são bem comuns, cabe a nós decidir como recebê-las, e na maternidade não poderia ser diferente. Minha filha foi uma dessas surpresas que Deus em sua infinita bondade me enviou. Veio na hora certa, na medida certa, do jeitinho que eu precisava! 
       Digo isto porque desde a gestação pude perceber que eu não era uma grávida "comum". Enquanto outras gestantes enjoavam de comida, eu enjoava de pessoas (tem gente que não aguento até hoje) e de cômodos da casa (ta, podem rir, eu sei que é louco, mas fiz meu marido mudar a cama de quarto duas vezes durante a gestação). Enquanto as outras gestantes cuidavam do enxoval e do quartinho do bebê eu pesquisava preço de piscina inflável, bola suíça e banqueta para parto de cócoras (mas isso é assunto pra outro post), enquanto organizavam o chá de bebê eu devorava textos e mais textos sobre parto, primeiros cuidados com o recém nascido, vacinas, e etc. Enquanto fotografavam a barriga semana a semana eu lia e fazia cursos sobre amamentação. Que fique claro, que não tenho nada contra quem faz nenhuma dessas coisas. Cada um celebra seus momentos a sua maneira, apenas não me identifico com essas escolhas. Achei por bem, me permitir procurar opções que combinassem melhor com a minha personalidade, ao invés de fazer o esperado só porque todo mundo faz. O fato é que talvez, por não ser uma grávida comum, por ser assim estranha como sempre fui eu precisasse também de um bebê incomum, e foi exatamente o que ganhei. Ganhei um bebê high need! 
     No começo da gravidez eu não tinha a menor ideia do que isso significava. Mas logo percebi que ela também era diferente. Não mexia, dançava frevo na minha barriga! Não chutava, tentava sair pelo meu umbigo! Me acordava religiosamente às quatro e meia da manhã (horário em que acorda pra mamar até hoje) com um belo chute na bexiga que me fazia ver estrelinhas e correr desesperada até o banheiro, pra depois permanecer dançando sem parar até as oito ou nove horas, e não tinha conversa, chá de camomila, música ou oração que fizesse ela me deixar dormir. Lembro de um dia na recepção do consultório da obstetra, em que ela mexeu tanto que em menos de quinze minutos minha barriga virou "atração". Todo mundo comentando, achando o máximo, e eu tímida que sou cheia daquele bom humor matinal (só que não) querendo morrer, ou pelo menos achar um buraco pra me esconder! Então ela nasceu, e logo descobri que o choro dela tinha uma frequência capaz de derrubar aviões, logo vieram os famosos pitacos: Deixa chorar pra acostumar, isso é manha, tira essa menina do colo e etc. Pautada naquela máxima de não fazer aos outros o que não gostaria que fizessem comigo, ignorei solenemente os pitacos, e me virei do avesso para atender a demanda dela. Ela não aceitava o colo de ninguém além de mim e do pai. Se ia ao colo de alguém chorava como se estivesse sendo agredida (e de certa forma estava) então nunca deixamos passar de alguns segundos. Não impedíamos ninguém de pegar ela no colo, mas se chorava (e sempre chorava) voltava imediatamente pra nós. E foi aí que ouvimos absurdos mesmo! Diziam que a culpa era minha, que não saia com ela, pensei: Não custa tentar. E passei a levá-la para passear todos os dias, mas nada mudou. Ela não me deixava sequer ir ao banheiro, demandava 24h de atenção, por mais que eu fizesse ou tentasse nada mudava e todos só diziam que era minha culpa. E como se o cansaço não bastasse era um tal de vir gente aqui sem avisar, reclamar da bagunça da casa (leia-se MINHA casa), entre outras coisas que só pioravam a situação. Quase nenhuma ajuda, mas cobrança tinha de sobra!  Procurava sempre lembrar que a minha filha era o bebê, que era ela quem precisava de compreensão, tentava lembrar tudo que estudei sobre desenvolvimento infantil, da celebre frase: Vai passar! Orava a Deus que me ajudasse a entender o que eu precisava aprender com essa situação, e que me mostrasse o que estava errado. E houve um determinado momento, em que confesso sem nenhum orgulho, que indo de encontro a tudo o que acredito já exausta física e emocionalmente, quase sucumbi à teoria da manha! Foi nesse momento que Deus me enviou o socorro através desse texto que falava sobre os bebês high need. Bebês de alta demanda, bebês que possuem uma personalidade diferenciada, e que tem NECESSIDADE de mais colo, carinho, e atenção que os outros, sem que haja nada de errado nisso. Eu podia ver minha filha descrita em cada palavra, parecia que era dela que o autor estava falando. Que alívio! Não era minha culpa! Não havia culpados porque não havia nenhum problema! 
     Ela era apenas uma criança diferente, que precisava de amor como tantas outras. A partir desse instante, pude relaxar e aprendi a simplesmente aceitar minha filha como ela é. Fechei os ouvidos de vez pros pitacos! Decidi para proteção da nossa família, não mais permitir invasões fossem elas físicas ou emocionais, dos limites estabelecidos por nós. Abri meu coração pra tudo o que Deus tem pra me ensinar através dela, e fomos cada dia mais nos conhecendo, construindo nossa história, pautada sempre em amor e principalmente em respeito. Com o tempo as coisas foram ficando mais fáceis, ela foi ficando mais independente e sociável (na medida do possível, do jeitinho dela) e eu mais segura, e tranquila tendo a certeza que temos vivido juntas tudo o que precisamos viver para nosso crescimento. 
      Hoje ao olhar para trás, talvez fizesse algumas coisas diferentes, mas no que diz respeito a minha filha faria tudo exatamente igual! Não me arrependo de nenhuma noite mal dormida, não me arrependo de nenhum beijo, abraço, carinho, ou afago, não me arrependo de deixar dormir no peito, de nenhum segundo de colo, deixei, deixo e deixaria novamente ela ficar em meus braços o dia inteiro, a noite inteira, a vida inteira se preciso for! Daria a ela o mesmo amor, a mesma compreensão que teve e tem até aqui, e só não daria mais, porque ela teve tudo que meu limitado coração é capaz de sentir. E por isso quero dizer a você mãe, que anda cansada, que tem vivido em meio a tantas cobranças, que anda pensando que errou, que amor... Ah! Amor nunca é demais! Carinho não estraga ninguém! Afeto não cria monstros, mas a falta dele traz danos imensuráveis. Você não vai se arrepender de amar seu bebê, e se alguém te diz o contrário lembre: ninguém dá o que não tem!


Que o amor de Deus seja constante em tua vida!




"Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós,”
Mateus 7:12a